A participação do Senado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo terminou no domingo, 13 de setembro, em uma edição recorde do evento. Ao longo de dez dias, a 28ª Bienal recebeu 760 mil visitantes no Distrito Anhembi, na capital paulista.
O Senado integrou a programação com um estande voltado à apresentação de livros publicados pela instituição e à aproximação entre o público e o trabalho do Legislativo federal. A presença também buscou ampliar o acesso a conteúdos relacionados à história do Brasil, à política, à legislação e à cultura.
Catálogo reuniu cerca de 250 títulos
A Livraria do Senado levou aproximadamente 250 títulos para a Bienal do Livro de São Paulo. O catálogo incluiu obras de diferentes áreas do conhecimento e publicações destinadas a ajudar o leitor a compreender a formação política e social do país.
Entre os destaques esteve a coleção Escritoras do Brasil, que recupera e divulga obras de autoras brasileiras e de escritoras ligadas à tradição literária de língua portuguesa. A coleção faz parte da política editorial do Senado de preservar a memória cultural e ampliar a circulação de obras relevantes.
Também foram apresentados livros sobre a trajetória histórica do país, o funcionamento das instituições públicas e o processo de elaboração das leis. Dessa forma, o estande funcionou não apenas como espaço de exposição, mas como ponto de contato entre leitores, pesquisadores e a produção editorial do Senado.
Oficinas e rodas de conversa aproximaram visitantes
Além da exposição de livros, o estande promoveu oficinas e rodas de conversa durante a programação. As atividades ajudaram a traduzir temas ligados ao Legislativo federal para uma linguagem mais próxima do público da feira.
A estratégia acompanhou uma característica própria da Bienal: reunir leitores de diferentes idades, autores, editoras, livrarias e instituições em torno do livro e da formação cultural. Nesse ambiente, a participação do Senado permitiu apresentar publicações institucionais fora do circuito tradicional de órgãos públicos.
O contato direto com os visitantes também contribuiu para divulgar o trabalho da Livraria do Senado e o catálogo mantido pela instituição. As obras publicadas pela Casa abrangem temas de interesse público e podem ser consultadas por leitores interessados em história, legislação, política e literatura.
Evento alcançou público recorde em São Paulo
O resultado de 760 mil visitantes fez da edição de 2026 a maior da história da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O número superou o público registrado em 2024, quando o evento recebeu 722 mil pessoas.
Realizada entre 4 e 13 de setembro, a Bienal ocupou o Distrito Anhembi e reuniu centenas de expositores e autores. A participação do Senado ocorreu em meio a essa programação ampla, usando livros, debates e atividades educativas para apresentar ao público parte da produção editorial do Legislativo.
Fonte: Agência Senado