Coisas comuns no Acre que podem surpreender quem vem de fora
Conheça costumes acreanos que podem chamar a atenção de visitantes, como a diferença de horário em relação a Brasília, a baixaria no café da manhã e a forte influência indígena,...
Conheça costumes acreanos que podem chamar a atenção de visitantes, como a diferença de horário em relação a Brasília, a baixaria no café da manhã e a forte influência indígena,...
O transporte entre cidades no Acre depende de uma combinação de rodovias, rios e aviões. A estrutura atende deslocamentos de passageiros, transporte de cargas, serviços de saúde e abastecimento em...
No interior do Acre, festas comunitárias continuam reunindo moradores em torno da fé, da música, da culinária e de manifestações culturais transmitidas entre gerações.
O cotidiano dos pequenos produtores rurais acreanos é marcado pelo trabalho familiar, pela diversificação das atividades e pela relação direta com a floresta. Mandioca, milho, frutas, hortaliças, criação de animais...
Durante o verão amazônico, a baixa dos rios revela praias fluviais no Acre e amplia as opções de lazer para moradores e visitantes. O fenômeno ocorre de forma sazonal e...
O comércio de bairro no Acre vai além da compra e da venda. Mercados, mercearias, padarias, farmácias e outros pequenos negócios ajudam a aproximar moradores, facilitam a rotina e movimentam...
Os parques de Rio Branco reúnem alternativas para caminhar, praticar atividades físicas, observar a natureza e conhecer parte da história do Acre durante o fim de semana.
Tacacá, tapioca, baixaria, mingau de banana, quibe e pratos à base de peixe fazem parte da diversidade encontrada nas ruas e mercados do Acre.
A farinha de Cruzeiro do Sul é um dos alimentos mais tradicionais do Acre. Produzida em casas de farinha do Vale do Juruá, ela reúne saber familiar, identidade regional e...
O açaí no Acre faz parte da alimentação amazônica e é consumido de maneiras que vão da combinação tradicional com farinha e peixe às versões doces popularizadas em estabelecimentos urbanos.
Feiras e mercados do Acre reúnem produtos amazônicos como farinha de mandioca, castanha, açaí, pupunha, macaxeira, frutas, cafés e derivados da agricultura familiar.
A gastronomia regional do Acre continua presente no cotidiano de muitas famílias, com pratos e ingredientes que expressam a diversidade cultural e ambiental do estado.
Morar próximo à fronteira com o Peru, no Acre, significa viver em uma região marcada pela integração entre Brasil, Peru e Bolívia. Em Assis Brasil, a ponte binacional e a...
A vida na fronteira do Acre é marcada pela integração cotidiana entre brasileiros e bolivianos. Comércio, serviços, feiras e deslocamentos conectam municípios acreanos a Cobija, no departamento boliviano de Pando.
Quando os rios do Acre começam a subir, moradores precisam acompanhar alertas, reorganizar deslocamentos e proteger documentos, alimentos e equipamentos. A mudança na rotina ocorre antes mesmo de uma enchente...
O Rio Acre ajudou a formar cidades, impulsionou a economia da borracha e participou da definição territorial do estado. Hoje, também evidencia os desafios das cheias, da estiagem e da...
Parques urbanos no Acre, especialmente em Rio Branco, integram a rotina de moradores no fim da tarde e funcionam como espaços de lazer, convivência e prática esportiva.
O movimento no centro de Rio Branco acompanha a rotina de moradores, trabalhadores, consumidores e visitantes que passam pela área em busca de serviços, compras e deslocamentos pela capital acreana.
A castanha-do-brasil e a borracha continuam presentes na renda de famílias extrativistas do Acre. As cadeias produtivas unem tradição, conservação da floresta e desafios de mercado.
No Acre, trabalhadores dos produtos da floresta organizam a rotina conforme as safras e as condições da mata. Castanha, borracha e açaí estão entre as atividades que movimentam comunidades e...
No Acre, estudantes de comunidades rurais e ribeirinhas dependem de transporte terrestre e fluvial para chegar às escolas. A logística envolve ramais, rios, embarcações e ajustes no calendário durante períodos...
No Acre, barcos continuam sendo fundamentais para comunidades ribeirinhas que vivem às margens dos rios. As embarcações ligam moradores às cidades, levam serviços públicos e ajudam no transporte da produção...
No interior do Acre, as motocicletas ocupam espaço central na mobilidade urbana e rural. O veículo é utilizado para deslocamentos, trabalho, compras e acesso a serviços, mas exige atenção à...
No Acre, o chamado verão amazônico é marcado por dias mais quentes, redução das chuvas e mudanças na rotina. Moradores adotam estratégias para enfrentar o calor, enquanto autoridades reforçam cuidados...
No Acre, o período de chuvas altera a rotina de moradores urbanos e rurais. Alagamentos, cheia dos rios, interrupções no transporte e riscos à saúde exigem atenção redobrada da população...
O Mercado Velho de Rio Branco mantém viva a história da cidade por meio da culinária regional, do artesanato e das memórias de comerciantes e visitantes.
A baixaria acreana é um dos símbolos da culinária do Acre. Servida principalmente no café da manhã, a mistura de cuscuz, carne moída, ovo frito e cheiro-verde reúne influências culturais...
Nas feiras livres do Acre, produtos como farinha de mandioca, macaxeira, banana, castanha-do-brasil, açaí, cupuaçu e café revelam a diversidade da produção regional e ajudam a manter hábitos alimentares ligados...
A vida às margens dos rios acreanos é organizada pelos ciclos da natureza. Transporte, pesca, agricultura, extrativismo, escola e atendimento de saúde dependem da relação diária com a água.
Viver em Rio Branco, no Acre, significa lidar com calor, chuvas intensas, deslocamentos entre bairros e uma economia concentrada no setor de serviços. A capital também mantém relação próxima com...